PPM alerta para o facto de que as mulheres não são ainda suficientemente valorizadas

Lícia Azevedo, do PPM Madeira, veio hoje alertar para o facto de que as mulheres ainda não são devidamente valorizadas e que é necessário não só o respeito, como a defesa das mesmas tanto ao nível profissional, como cultural e social. A dirigente salienta que o PPM sempre tem defendido a importância da mulher na sociedade, e que apesar de hoje existir algum equilíbrio, ainda se notam diferenças na vida profissional, apesar de serem cada vez mais as mulheres com cursos superiores e com vontade de fazer valer a igualdade de direitos entre ambos os sexos.

“Até relativamente ao desporto têm comprovado significativamente a sua capacidade e evolução. Ao comemorar-se o Dia Internacional da Mulher, não podemos esquecer que os dados de violência ainda são bastante elevados e muito se esconde por vergonha. Todos os dias muitas são vitimas de violência doméstica, mas também no seu posto de trabalho. Continuamos a ser um dos países que mais desigualdades têm em torno do sucesso profissional, com alto nível de descriminação não esquecendo o assédio sexual. É necessário lembrar que a violência começa muitas das vezes no namoro entre os adolescentes e que estatisticamente os dados relacionados com este comportamento são também eles elevados”, refere.

Para o PPM, nota-se ainda que em muitos países as mulheres ainda são tratadas como seres inferiores e que em alguns casos não têm direito à educação, enfrentam restrições até para conduzir um carro ou apenas terem permissão de saírem à rua com a companhia do seu marido. Isto prova o muito do que ainda tem que ser feito em defesa da dignidade e respeito pelas mulheres de qualquer faixa etária, sublinha o partido.


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