
O escultor madeirense Luís Paixão reuniu já um conjunto variado de peças, de figuras tradicionais da vida madeirense, trabalhadas em gesso, cujo objetivo está apontado para aquilo a que chama de “Parque das Tradições”, um projeto que gostava de ver concretizado na Região.
Ao Funchal Notícias, revela um desejo de, um dia, poder expor os trabalhos que já tem concluídos e outros que tem e mente concluir, tendo em vista expor num local preparado para mostrar, aos madeirenses e a quem nos visita, o que representa a tradição madeirense. “Se homenageamos os poetas madeirenses, e a nossa história literária, porque razão não havemos de homenagear as raízes da nossa terra e aqueles que construíram efetivamente a nossa história, a nossa economia, que defenderam a terra e que permitiram, hoje, utilizar o nome Madeira”.

Luís Paixão lembra o levadeiro, o homem das cebolas, o homem do peixe, o leiteiro, entre outros, que pretende simbolizar através das peças criadas. E que inclui uma referência especial ao folclore, uma vez que, como refere, “o folclore é considerado a festa do , trabalho, uma vez que no final de um dia de várias atividades, as pessoas juntavam-se para tocar e dançar folclore. Ainda hoje é isso que acontece, com as diversas festas que ocorrem um pouco por toda a Região e que são, também, resultado do trabalho”.
Relativamente ao possível local onde poderia ficar situado o Parque das Tradições, cuja conceção tem como ponto de partida as peças modeladas e a modelar, mas não esgotando em si a possibilidade de expandir para outras idéias dentro deste conceito, Luís Paixão deixa no ar a possibilidade de ser pensada a criação do espaço no Santo da Serra, como forma de “enriquecer a zona” e criar novos atrativos para ser visitada por razões que têm a ver com a História da Madeira.
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