
A Cosmos – Associação de Defesa do Ambiente e Qualidade de Vida, emitiu um comunicado onde afirma “chamar a atenção da opinião pública madeirense para as consequências negativas da construção do novo Hotel Savoy, nomeadamente, na nossa paisagem, na nossa sustentabilidade económica e nosso turismo. Quando o projeto ainda está na sua fase construtiva inicial, já existem muitos madeirenses e turistas que se assustam e mostram a sua preocupação pelo gigantismo e monumentalidade das atuais estruturas, mal sabendo muitos deles, que a altura do volume em construção irá passar para o dobro. Não será só a Indústria hoteleira madeirense a sofrer com esta “macrocefalia cancerígena”, os prejuízos serão muito mais extensos e profundos e prolongar-se- ão no futuro, pondo em causa a própria sustentabilidade das gerações futuras”.
A mesma nota acusa o ex. Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque de “licenciar este “mamarracho”, e o atual Presidente, Prof. Paulo Cafofo, de “revalidar a licença do mesmo, sem tentar, pelo menos, negociar com os promotores a redução da volumetria e número de pisos”.
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