
O Congresso do PSD continua hoje. Já estão a decorrer votações. Um dos militantes da velha guarda, Guilherme Silva, disse em declarações ao Funchal Notícias, que “nunca houve problemas de conciliação e portanto, não há problemas de reconciliação do partido”.
Foi assim que Guilherme Silva respondeu à questão colocada pelo FN sobre o facto de ser cabeça de lista ao conselho regional e isso poder ser uma demonstração de reconciliação do velho PSD com o PSD da renovação.
Guilherme Silva afirmou ainda que “há uma filosofia de há muito adquirida no PSD que não se distingue gerações em termos de convergência de preocupações, de convergência de trabalho para prosseguirmos os fins do partido que se identificam, no caso do PSD/Madeira, com os objectivos de melhoria do bem estar e do progresso da Região”, salientou.
Questionado sobre os desafios que vai ter como presidente do Conselho Regional do PSD, o social-democrata referiu não é o Conselho que conduz o partido. “Quem conduz o partido é a Comissão Política Regional. O Conselho é o órgão que funciona entre congressos que reúne regularmente e portanto vai acompanhando o pulso, é um órgão regular de auscultação, da pulsação do sentir do partido, e portanto é nessas reuniões que o partido vai deliberando as medidas que devem ser prosseguidas e as recomendações que possam ser necessárias fazer à Comissão Política Regional e todas as demais questões que estatutariamente lhe estão conferidas”.
Guilherme Silva frisou ainda que o Conselho não é “um Órgão de condução da vida do partido. É um órgão de acompanhamento e o ponto de encontro de dos militantes e onde os militantes vão expressando ao longo do tempo aquilo que é o sentir das bases e nessa medida é um órgão fundamental para que o partido não se desvie da realidade em que se insere. Este órgão vai, como fez no passado, trazer a verdade de cada dia”, concluiu.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






