Sargentos iniciam comemorações do dia Nacional amanhã na Madeira

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Foto: António Lima Coelho- Ex-Presidente da ANS

A Associação Nacional de Sargentos  (ASN), vai iniciar as comemorações do “31 de Janeiro – Dia Nacional do Sargento”, na Região Autónoma da Madeira.

De acordo com informação da ASN o evento terá lugar, em São Vicente, no Restaurante Quebra Mar, pelas 19h30, de amanhã, 21 de Janeiro.

O Funchal Notícias sabe que esta comemoração contará com a presença do presidente da Direcção da Associação Nacional de Sargentos, José Gonçalves, de dirigentes e delegados regionais, associados e familiares, para além de diversos convidados, nomeadamente, o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, António Garcês.

Para além do presidente da Direcção, integra a comitiva da ANS que se desloca à Madeira, Mário Ramos, candidato a presidente da ANS na lista proposta pela Direcção para o biénio 2017/2018, cuja assembleia eleitoral terá lugar no sábado dia 28 de Janeiro.

De referir que António Lima Coelho, director do jornal “O Sargento” – órgão oficial da ANS, fará igualmente parte desta delegação.

Foto: Jantar Convívio de 2015
Foto: Jantar Convívio de 2016

Esta iniciativa, a par de outras, que durante cerca de três semanas, irão decorrer descentralizadas, organizadas pelos núcleos associativos dispersos pelo país, que para além do aspecto comemorativo têm como “objectivo debater com os dirigentes, delegados, associados e militares em geral, a situação socioprofissional e familiar dos Sargentos de Portugal, mas também reflectir sobre as alterações estatutárias e legislativas que mais afectam este universo de cidadãos e as possíveis formas de resistir, defendendo a Condição Militar”.

Foto: Jantar Convívio de 2016
Foto: Jantar Convívio de 2016

Relembre-se que tendo como padrão de referência o heróico exemplo dos Sargentos que já em 31 de Janeiro de 1891, não aceitaram o “Ultimatum” imposto a Portugal pela coroa britânica, não aceitaram a degradação das condições de vida dos portugueses, não aceitaram o tratamento discriminatório que se vivia no meio militar da altura, não aceitaram a corrupção, a inoperância e a submissão dos governantes de então e muito menos aceitaram ver uma Pátria velha de séculos ser colocada de joelhos perante as exigências de potências estrangeiras que se diziam aliadas mas que na verdade conduziam Portugal e os portugueses à miséria, à indigência e à perda da sua soberania, temos como obrigação saber olhar o seu exemplo e ser continuadores da sua obra, particularmente tendo em vista os paralelismos que cada vez mais se estabelecem entre a realidade que nos vem sendo imposta e as condições vividas em 1891.

“Contudo, os princípios e valores inscritos na Constituição da República Portuguesa permanecem em vigor e, a par das demais Leis da República, devem ser firmemente defendidos e respeitados”, defende a ASN.


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