“Será que ainda tenho de ser eu a vir explicar as coisas?!…”.
O desabafo é do ex-presidente do Governo Regional que veio ontem a terreiro explicar que a a produção de microalgas no Porto Santo não servirá para produzir biocombustível mas para produção de substâncias ricas em Omega 3 e 6, destinadas à alimentação, quer humana, quer animal.
“É bom esclarecer a questão das algas em Porto Santo, pois não falta por aí a obsessão “estratégica” de omitir ou de rebaixar os trabalhos da Social Democracia durante décadas”, clarifica Jardim.
Diz o ex-governante que “face à percepção de que a produção de biocombustível, só por si, não era economicamente sustentável do empreendimento, o que é diferente de se dizer que é inviável a produção efectiva de combustível, avançou-se para um valor acrescentado. A produção de substâncias ricas em Omega 3 e 6, destinadas à alimentação, quer humana, quer animal”.
Mais revela que se trata de uma “opção avalizada por dos melhores especialistas mundiais nesta matéria e que aguarda breve licenciamento burocrático-legal pelas competentes Entidades regionais”.
Jardim diz que “a Empresa de Electricidade da Madeira mantém e cumprirá os objectivos iniciais de responder bioenergeticamente às necessidades de Porto Santo, a par de uma maior valorização da matéria-prima, o que sustentabiliza o projecto. Mas será que ainda tenho de ser eu a vir explicar as coisas?!…”, desabafa.
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