Rui Marote
Sempre sob a inspiração bíblica, continuamos a analisar a actualidade regional… E hoje, falamos da traição, que tem uma presença importante no Livro Sagrado. Sim, vem isto a propósito do anúncio, a 10 meses das eleições autárquicas, de uma sondagem segundo a qual Cafôfo esmaga o PSD, garantindo a maioria. Todos sabemos que efectuar uma sondagem tem os seus custos. Ontem, os autarcas social-democratas acusavam Cafôfo de ter encomendado a sondagem com dinheiros públicos, o que a CMF veio negar. Será que foi o edil que a encomendou e pagou do seu bolso??
Em vésperas do Congresso do PSD, que se sabe que será uma “noite das facas longas”, o incêndio já deflagrou: hoje, afiançaram ao Funchal Notícias que afinal a sondagem foi paga por outra tendência social-democrata, desiludida com a liderança albuquerquiana… E as nossas fontes garantem a pés juntos esta traição. A ser verdade, chama-se vender a alma ao diabo, porque a fé destes militantes está morta.
Nos tempos do Antigo Testamento, o apedrejamento era pena para diversos crimes, incluindo a traição. O povo vivia pela lei. Quando Josué era líder, enviou a Jericó dois guerreiros disfarçados para estudar o inimigo. Acontece que o rei de Jericó foi informado do plano dos hebreus através do líder duma tribo que se corrompeu em troca de ouro. Um dos guerreiros enviados foi capturado e condenado a morrer de fome dentro duma gaiola, sendo exibido para o povo. Porém, o traidor era o pai do guerreiro que acabou por culpar um inocente. De imediato foi julgado e a sentença cumprida. A fé de Josué clamou a Deus e o seu servo foi libertado.
A julgar pelo que ouvimos, hoje também existem traidores. Mas enfim, como se diz no Novo Testamento, quem não for culpado que atire a primeira pedra…
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