O embaixador russo em Ankara, Andrei Karlov, de 62 anos, faleceu na sequência dos ferimentos sofridos ao ser alvejado por um atirador enquanto visitava uma exposição na capital turca.
Karlov, revela a BBC, era um diplomata veterano que fora embaixador na Coreia do Norte durante grande parte dos anos 80, e que também ocupou um posto na Coreia do Sul nos anos 90. Em 2001, regressou à Coreia do Norte, onde esteve cinco anos.
O atirador que o atingiu aparentemente era um polícia turco fora de serviço. Disparou vários tiros de pistola à queima-roupa, enquanto o embaixador fazia um discurso. Foi depois “neutralizado” pela polícia, mas não antes de gritar “lembrem-se da Síria, lembrem-se de Aleppo”, e “Alá é grande”.
Entretanto, a porta-voz russa, Maria Zakharova, já declarou que “o terrorismo não passará. Combatê-lo-emos resolutamente”.
As reacções da comunidade internacional, inclusive dos EUA, já se fizeram ouvir, lamentando este acto de violência e a morte do diplomata russo.
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