PPM comenta imbróglio da Caixa Geral de Depósitos

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O PPM Madeira emitiu uma nota de imprensa considerando que “é bastante natural o que se passa na CGD” e que tal “faz parte dos maus vícios do regime republicano”.

O dirigente monárquico João Noronha referiu que o imbróglio da Caixa Geral de Depósito é “fruto de anos e anos de política meramente interesseira e de costumes duvidosos. São Instituições que não respeitam os interesses de Portugal, mas que apenas se preocupam com os interesses de alguns. Tem sido assim ao longo de vários anos com o banco público e não vai ser tão fácil mudar, caso não exista uma verdadeira preocupação do estado por uma instituição que deveria estar  ao serviço dos portugueses”.

Para os monárquicos madeirenses, os partidos do arco de governação vão se fazendo substituir “até nas questões mais vergonhosas como acontece sempre na direcção deste banco que de público não tem rigorosamente nada. O PPM quer neste caso como em qualquer outro que esteja relacionado com empresas públicas, total idoneidade das pessoas que estão à frente como esclarecimentos sempre que se justifiquem e não o que se tem passado que leva a desacreditar ainda mais a política e os seus intervenientes”.


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