PS saiu de reunião com Rui Gonçalves com perspectiva optimista

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O PS-Madeira reuniu-se com o secretário regional das Finanças e Administração Pública, no âmbito das auscultações que Rui Gonçalves vem realizando aos partidos por causa do Orçamento de 2017. No final, o líder socialista, Carlos Pereira, considerou esta uma reunião exploratória quanto ao posicionamento do secretário regional relativamente ao tema, e disse não ter muito a acrescentar “porque foram ideias gerais, genéricas, que nos foram apresentadas”. Sempre foi dizendo, no entanto, que os socialistas saíam da reunião com uma expectativa positiva.

Os representantes do PS expuseram as suas ideias sobre o que deve mudar na governação regional, e foram apresentadas algumas soluções, principalmente na área da Saúde, onde, antes mesmo da questão do novo hospital, “há um conjunto muito largo de situações que têm de ser resolvidas”.

“Os madeirenses não podem ficar à espera de um hospital que demora dez, quinze anos para se construir. Têm de se resolver esses problemas. Lembramos, por exemplo, a questão das listas de espera, as infecções hospitalares, o hospital dos Marmeleiros…”, salientou.

Já em matéria de política fiscal, o PS sublinhou que tem vindo a insistir que já era altura de desagravar a carga fiscal sobre os cidadãos e as empresas, o que, no seu entender, está a acontecer no plano nacional. “É importante que também no plano regional seja feito esse desagravamento”.

Sobre o Centro Internacional de Negócios da Madeira, Carlos Pereira sublinhou que é público que há um contrato que termina em 2017, e a posição do PS é a de que “é absolutamente necessário que o GR diga o que vai fazer no futuro com o CINM”. Na óptica dos socialistas, a permanência e a existência do CINM é importante, mas em moldes diferentes daqueles em que tem existido nos últimos 30 anos. “Há um favorecimento inadmissível de um privado que explora o CINM (…) Das duas uma: ou deve haver uma apropriação, por parte do Governo Regional, da gestão do CINM, ou então um concurso público internacional que, de forma transparente, atribua essa gestão”.

Carlos Pereira insistiu ainda na necessidade de investimento público, havendo uma aceleração da aplicação dos fundos europeus de maneira a alavancar o investimento privado.


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