PPM propõe período de nojo de 8 anos para ex-titulares de cargos políticos

João noronha1Maria Luís Albuquerque foi convidada para administradora de uma empresa que comprou créditos do Banif.

O Partido Popular Monárquico (PPM), em comunicado, já reagiu a esta polémica

O reforço do regime de incompatibilidades no âmbito daqueles que exercem cargos políticos continua a estar em cima da mesa, até porque motivos para este mesmo reforço, não faltam. Pretendemos impedir a nomeação de ex-políticos para o sector público empresarial nacional durante um período de 8 anos após o fim do desempenho dos respectivos cargos políticos”, refere uma nota assinada pelo líder regional do PPM, João Noronha.

“Não podemos esquecer que a selecção partidária passa sempre pela carreira partidária, as amizades, laços familiares e pela fidelidade ao ser líder, típico dos partidos do arco da governação, mas não só”, disse.

O PPM Madeira continua a defender uma “ampla reforma política que melhore a qualidade da democracia portuguesa”, tal como apresentou nas eleições legislativas de 2015.

“Pretendemos também a diminuição do número de deputados a eleger na Assembleia da República e na Assembleia regional da Madeira que julgamos exagerado o número de eleitos para o número populacional da região. Também a criação de um círculo de compensação no nosso sistema eleitoral tanto para a Madeira e para a República, no sentido de contabilizar os votos de todos continua a ser um dos nossos desejos, para que outras forças politicas e quem sabe cidadãos independentes, possam ser eleitos e dessa forma, criar um maior pluralismo democrático”, rematou.

 


Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.