
Segundo declarações prestadas por entidades oficiais turcas, a bomba que deflagrou hoje de manhã no centro de Istambul foi detonada por um suspeito membro do Estado Islâmico.
Dos dez mortos causados pela explosão, pelo menos nove eram turistas alemães.
O bombista era um sírio, que conseguiu ainda ferir quinze outras pessoas, muitas delas também de nacionalidade alemã.
O presidente turco Recep Erdogan, citado pela BBC, disse que a Turquia é agora o alvo principal para os grupos terroristas da Região.
Entretanto, o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu contactou telefonicamente a chanceler alemã Angela Merkel, para enviar as suas condolências pela morte de cidadãos daquele país.
“Determinámos que o perpetrador do ataque é um estrangeiro, membro do Daesh”, declarou, vincando a vontade do governo turco em punir todos aqueles que estiveram envolvidos na preparação deste atentado.
A nacionalidade do bombista suicida é síria, embora tenha nascido na Arábia Saudita, disseram as autoridades turcas. Nasceu em 1988 e foi identificado a partir de partes do corpo.
Não estava na lista de vigilância da Turquia e este país acredita que terá cruzado recentemente a fronteira, vindo da Síria.
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