Passos e Portas, os dirigentes da coligação PaF que se conseguiram manter à tona na governação do país, não foram parcos nos discursos de vitória, como seria de esperar. Mas o facto de não terem chegado à maioria absoluta, como pretendiam, temperou as emoções. E chegou-se mesmo a falar em aceitar os resultados “com humildade”.
De acordo com Pedro Passos Coelho, em discurso proferido esta noite, será proposta agora uma coligação governamental para submeter a Cavaco, tendo em vista assegurar a viabilidade governativa do país. Para tal, terá ser estabelecido um acordo com o PS, “para as reformas necessárias para a sociedade portuguesa”, disse Passos Coelho, que assumiu que enveredará por uma estratégia de compromisso com os outros partidos, para os próximos quatro anos. Principalmente com os socialistas, é de prever.
O líder do PSD voltou a insistir na intenção de apresentar um orçamento para 2016 com um défice situado abaixo dos 3 por cento.
Paulo Portas, por seu turno, já foi falando em “diálogo social” e “tempo de união”, apelando aos bons sentimentos do PS, para que não inviabilize as metas que a coligação PaF pretende alcançar.
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