O mandatário da candidatura da CDU às Regionais de 29 de Março considera que a decisão do Tribunal Constitucional (TC) contribui para “branquear” uma situação que é recorrente em actos eleitorais.
“Os erros não deixaram de existir, sabemos que houve ‘chapeladas’. Apresentamos provas de ilegalidades. Os burocratas [do TC] entenderam que deveríamos ter protestado formalmente na Assembleia de Apuramento Geral. Para a próxima levamos um computador”, ironizou.
Leonel Nunes considera que “fica a suspeição” quando há provas materiais concretas segundo as quais foram detectadas actas de assembleias de voto que não coincidem com os votos efectivamente escrutinados.
“É o que temos. Fica para a próxima”, rematou.
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