
Miguel Albuquerque e equipa são o princípio e o fim da campanha eleitoral do PSD/M nestas eleições legislativas regionais. Cortando com outros tempos, esta equipa não traz à Madeira figuras de proa nacionais do partido. A sondagem e estudo centrista que colocam o partido com um pé na maioria absoluta é um incentivo mas o partido não vai cruzar os braços por conta desses indicadores de opinião.
No próximo domingo, os madeirenses vão escolher o novo presidente do governo regional e o elenco de deputados que formarão a próxima legislatura na Assembleia. Miguel Albuquerque prepara-se para o discurso das vitória, mas ainda assim, a dúvida reside em saber se a maioria dos social-democratas será mesmo absoluta.
Num contacto que o Funchal Notícias manteve com a direção do partido, através de Rui Abreu, o clima que se respira é de satisfação e de muito trabalho. A máquina associada ao poder regional colocou no terreno uma campanha de reduzidos custos, mas isso não tem sido obstáculo. O contacto direto com as pessoas tem sido a principal estratégia. Aliás, “o PSD-M, voltou a estar junto das pessoas, como aliás foi sempre a sua matriz original”.
A oposição bem queria que Albuquerque trouxesse à Madeira o amigo Passos Coelho para lembrar ao eleitorado a desastrosa política de austeridade que tanto tem revoltado os madeirenses. Mas os social-democratas não vão por aí. A campanha faz-se com a prata da casa. Rui Abreu dissipa eventuais dúvidas: “O PSD-M é um partido com uma matriz regional e autonomista muito forte. Não teremos uma figura nacional na campanha, porque não achamos necessário, ao contrário dos outros partidos, onde se tem assistido a um desfile de convidados do Continente”.
Nos últimos dias, a Eurosondagem dava maioria absoluta ao PSD e o segundo lugar à Coligação Mudança. Mas um estudo de opinião do CDS-PP, divulgado pelo Funchal Notícias, apurava que Albuquerque estaria perto da maioria e que o CDS seria a segunda força política. A equipa que trabalha a partir da rua dos Netos está atenta a estes estudos de opinião. “A verdadeira sondagem é o voto dos madeirenses e portossantenses. Nós acreditamos que vamos merecer a sua confiança e estamos preparados para não defraudá-los. De qualquer modo, as sondagens são uma indicação a que estamos atentos e que nos dão ainda maior motivação para trabalhar”.
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