O salto para a liberdade

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Dizem que eles pertencem à geração do Iphone e da tablet. Escrever é pouco ou nada com eles. O habit favorito é o quarto e um computador à frente. Os amigos são cada vez mais virtuais. Mas há que não generalizar. Lá para os lados da antiga Avenida do Mar ou da cosmopolita Praça do Povo, os jovens mostram os seus dons de acrobatas em voos rasantes de skate.

Se não estudam o suficiente ou se não cumprem com os deveres familiares, isso são outros voos. Agora que dão nas vistas skate acima, lá isso dão. Faça verão ou inverno, neve na serra ou não, a rapaziada, assim que se raspa da escola, skate para que te quero! Nem os olhares curiosos dos turistas que enchem sempre a Avenida do Povo, recém desembarcados dos navios de cruzeiro, os fazem retrair. No ar, só se conhece o salto da liberdade. O resto é paisagem.