Paulo Neves assegura que “a Venezuela não está esquecida” e que as ajudas continuarão

Frisando que os apoios prestados pela Madeira ao povo venezuelano – depois dos dois sismos que afectaram aquele País  no final de agosto – foram “muito fortes e sólidos” e que, acima de tudo, já chegaram a quem mais precisava, o deputado Paulo Neves assegurou, esta manhã, junto ao busto em homenagem a Simon Bolívar no Jardim Municipal do Funchal, que a Venezuela “não está esquecida” e que a comunidade madeirense ali residente continuará a ser, tal como o foi desde a primeira hora, apoiada.

Paulo Neves referiu o apoio financeiro de mais de 150.000 que o Governo Regional da Madeira disponibilizou à Venezuela mas, também, outras ajudas, nomeadamente a da equipa de técnicos enviada para ajudar as populações nas operações de socorro e salvamento, refere um comunicado.

“A Madeira teve uma presença muito sólida, muito reconhecida e muito visível na Venezuela e naturalmente que isso teve e tem uma repercussão muito positiva entre a nossa comunidade na Venezuela e aquilo que eu quero hoje dizer é que nós vamos continuar atentos e a acompanhar todo este processo”, garantiu o deputado que, nesta iniciativa, fez-se acompanhar por representantes do Núcleo de Emigrantes do PSD/M, estrutura que, também desde a primeira hora, se mobilizou para prestar todos os apoios necessários.

Neste enquadramento, Paulo Neves recordou que, a nível nacional, os deputados eleitos pelo PSD/M à Assembleia da República, nomeadamente na Comissão de Negócios Estrangeiros, conseguiram colocar este tema na agenda política do parlamento e fizeram com que a ajuda nacional chegasse também à Venezuela, destacando-se os mais de 60 elementos da protecção civil enviados.

“Temos uma preocupação comum de apoiar e acompanhar a nossa comunidade e esse trabalho é para continuar”, concluiu o deputado.


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