Museu Etnográfico da Madeira apresenta novo número dos “Cadernos de Campo”

O Museu Etnográfico da Madeira, espaço tutelado pela Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, apresenta o livro “Cantaria Mole. A Obra”, o número 9 da Coleção “Cadernos de Campo”, além do documentário, sobre o mesmo tema, o quinto da série “Museus Vivos”, esta terça-feira, dia 17 de março, pelas 16h30, nas instalações do museu. O Secretário Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, marca presença no evento.

O mais recente número dos Cadernos de Campo, insere-se, como habitualmente num projeto mais vasto, que tem sido desenvolvido, nos últimos anos, pelo Museu Etnográfico da Madeira, o qual inicia-se com a recolha de campo e uma investigação bibliográfica e iconográfica, cujos resultados são apresentados, depois, numa exposição temporária.  Para além do projeto expositivo, o museu procura contemplar outras vertentes de divulgação cultural, nomeadamente a apresentação de um documentário, sobre o mesmo tema, com realização e montagem de Rui Dantas, neste caso, o quinto filme desta série “Museus Vivos”. No projeto são também, promovidas várias oficinas práticas, por especialistas ou artífices, em parceria com os serviços educativos do museu, durante o período de exibição da exposição.

O mais recente “Caderno”, com textos da autoria de Fernando Libano, é o resultado da recolha de campo e investigação bibliográfica e iconográfica sobre a utilização de uma matéria-prima, a cantaria mole, em diferentes áreas, especialmente, na comum utilização deste tipo de pedra, na construção dos fornos. A investigação contempla, também, outras aplicações desta pedra na arquitetura popular, e é abordada, ainda, a utilização desta rocha piroclástica na construção de alguns objetos utilitários, assim como feita uma breve referência à sua presença na arquitetura civil, militar e religiosa e nas artes plásticas, nomeadamente na arte pública.

Neste livro são ainda apresentadas diferentes esculturas, em tufo lapilli, que pertencem ao acervo do museu, como a escultura “Vilão”, da autoria do artista do escultor Jacinto Rodrigues, e as obras da autoria de Orlando Noronha Góis, que fizeram parte da exposição temporária “Rostos Milenares”, apresentada no museu, em 1999.

Refira-se ainda que, este ano, estabeleceu-se uma parceria com o Professor Doutor João Batista e o Professor Doutor Celso Caires, especialistas nesta matéria, contextualizando-se, cientificamente, esta matéria-prima, procurando-se a interdisciplinaridade.

O Secretário Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus destaca a relevância deste novo volume dos “Cadernos de Campo” para a preservação da memória coletiva da Região: “Esta publicação representa um contributo muito importante para a valorização do nosso património cultural e das tradições que moldaram a identidade da Madeira. Ao documentar o saber-fazer associado à cantaria mole, estamos também a salvaguardar conhecimentos que fazem parte da história das nossas comunidades.”

O governante sublinha igualmente o papel do museu na investigação e divulgação cultural: “O trabalho desenvolvido pelo Museu Etnográfico da Madeira demonstra como a investigação, a recolha de campo e a divulgação pública podem caminhar lado a lado. Projetos como os ‘Cadernos de Campo’ são essenciais para aproximar o público do património e para garantir que estes saberes não se perdem com o tempo.”

Livro e documentário sobre o tema “Cantaria Mole. A Obra” serão apresentados esta terça-feira, pelas 16h30

 

O Museu Etnográfico da Madeira, espaço tutelado pela Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, apresenta o livro “Cantaria Mole. A Obra”, o número 9 da Colecção “Cadernos de Campo”, além do documentário, sobre o mesmo tema, o quinto da série “Museus Vivos”, esta terça-feira, dia 17 de Março, pelas 16h30, nas instalações do museu. O secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, marca presença no evento.

O mais recente número dos Cadernos de Campo, insere-se, como habitualmente num projecto mais vasto, que tem sido desenvolvido, nos últimos anos, pelo Museu Etnográfico da Madeira, o qual inicia-se com a recolha de campo e uma investigação bibliográfica e iconográfica, cujos resultados são apresentados, depois, numa exposição temporária.  Para além do projecto expositivo, o museu procura contemplar outras vertentes de divulgação cultural, nomeadamente a apresentação de um documentário, sobre o mesmo tema, com realização e montagem de Rui Dantas, neste caso, o quinto filme desta série “Museus Vivos”. No projecto são também, promovidas várias oficinas práticas, por especialistas ou artífices, em parceria com os serviços educativos do museu, durante o período de exibição da exposição, refere uma nota da Secretaria da tutela.

O mais recente “Caderno”, com textos da autoria de Fernando Libano, é o resultado da recolha de campo e investigação bibliográfica e iconográfica sobre a utilização de uma matéria-prima, a cantaria mole, em diferentes áreas, especialmente, na comum utilização deste tipo de pedra, na construção dos fornos. A investigação contempla, também, outras aplicações desta pedra na arquitetura popular, e é abordada, ainda, a utilização desta rocha piroclástica na construção de alguns objectos utilitários, assim como feita uma breve referência à sua presença na arquitectura civil, militar e religiosa e nas artes plásticas, nomeadamente na arte pública.

Neste livro são ainda apresentadas diferentes esculturas, em tufo lapilli, que pertencem ao acervo do museu, como a escultura “Vilão”, da autoria do artista do escultor Jacinto Rodrigues, e as obras da autoria de Orlando Noronha Góis, que fizeram parte da exposição temporária “Rostos Milenares”, apresentada no museu, em 1999.

Refira-se ainda que, este ano, estabeleceu-se uma parceria com os professores João Batista e Celso Caires, especialistas nesta matéria, contextualizando-se, cientificamente, esta matéria-prima, procurando-se a interdisciplinaridade.

O secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus destaca a relevância deste novo volume dos “Cadernos de Campo” para a preservação da memória coletiva da Região: “Esta publicação representa um contributo muito importante para a valorização do nosso património cultural e das tradições que moldaram a identidade da Madeira. Ao documentar o saber-fazer associado à cantaria mole, estamos também a salvaguardar conhecimentos que fazem parte da história das nossas comunidades.”

O governante sublinha igualmente o papel do museu na investigação e divulgação cultural: “O trabalho desenvolvido pelo Museu Etnográfico da Madeira demonstra como a investigação, a recolha de campo e a divulgação pública podem caminhar lado a lado. Projectos como os ‘Cadernos de Campo’ são essenciais para aproximar o público do património e para garantir que estes saberes não se perdem com o tempo.”


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