A Câmara Municipal de Santa Cruz emitiu ontem uma resposta às críticas da “Coligação Mais Santa Cruz, vulgo PSD”, que, segundo a edilidade, “anda a lidar com um problema de azia crónico desde que perdeu as eleições em Outubro de 2025”
“Os sintomas mais agudos desse problema de azia, é andarem a disparar em todas as direções: ora porque não se faz, ora porque se está a fazer.
O último sintoma resultou num comunicado divulgado (…), no qual criticam o anúncio de que estão a ser preparados dois avisos de oferta pública para a construção de habitação a custos controlados e arrendamento acessível no concelho de Santa Cruz, concretamente a construção de 240 fogos de tipologia T2 em dois terrenos pertença do Município: um na Camacha e outro das zonas altas da freguesia de Santa Cruz”.
“Segundo aquela gente, já devíamos ter construído mais cedo vários apartamentos, certamente a serem pagos com a dívida que o PSD aqui deixou. É preciso ter uma lata monumental e uma falta de honestidade crónica para exigir seja o que for, sabendo que deixaram os cofres do Município mais limpos do que uma sala de cirurgia, e com uma dívida astronómica”, ironiza a presidência do executivo camarário.
“Mas esta azia que vomitam perante todo e qualquer anúncio de trabalho sério e programado, é de fácil diagnóstico dado ser o sintoma de quem sabe e sente que está a perder argumentos e que só resta mesmo criticar tudo e todos, num exercício de política vazia e desonesta, onde se misturam PDM e uma ideia peregrina de casas instantâneas.
O PSD Santa Cruz é, neste momento, apenas um caso de desonestidade pura, porque crê que assim o povo ainda vai acreditar, mais uma vez, naqueles em quem deixou de acreditar em 2013.
Para grande desgosto do PSD, vamos continuar a trabalhar e, a seu tempo, a obra feita falará por si e por aqueles que fazem da demagogia a seu ADN político”, conclui o executivo santacruzense.
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