
O Governo Regional mudou de ideias, face à extrema impopularidade da medida, que Miguel Albuquerque deu por decidida e quase irrevogável, de que os madeirenses teriam, como os visitantes de fora da Região, de se registar em “slots” disponíveis para cada percurso recomendado na Natureza, de modo a não sobrecarregar em excesso esses trilhos.
A decisão foi avançada ontem à noite pela RTP-Madeira, através do secretário regional do Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus.
Agora os madeirenses já não terão de se registar na plataforma electrónica disponível para o efeito, bastando apresentar, à entrada nos percursos, o cartão de cidadão e o cartão Simplifica, que atesta a residência na RAM.
Eduardo Jesus disse que os madeirenses, se assim o entenderem, podem registar-se na plataforma, mas que se não o quiserem fazer, devem apenas apresentar os citados documentos in loco, a vigilantes ou polícias florestais, depreende-se.
A ideia, defendeu Eduardo Jesus, assentava numa lógica de controlar o número de pessoas nos trilhos, pois só assim se garante segurança e controle da pressão nos sítios.
Mas, condescendente, o GR lá deixou aos madeirenses a possibilidade de passearem à vontade pela sua terra.
Na entrada dos trilhos deverão estar equipas do IFCN, disse ainda à televisão madeirense.
Os madeirenses, diz a RTP-M, constituem 1,4% dos que procuram os percursos classificados.
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