O escultor madeirense Francisco Simões morreu hoje, aos 80 anos de idade. Deixa mais um vazio na Cultura madeirense, que tem sofrido com a partida de muitos dos seus mais importantes protagonistas contemporâneos.
Concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, para onde foi encaminhado pelo professor Calvet de Magalhães.
Foi bolseiro da OCDE em Roma, Turim, Novara, Verona e Milão em 1967.
Em 1968 trabalhou no Museu do Louvre convidado por Germain Bazin.
Em 1974 conclui o curso de Escultura da Academia de Música e Belas Artes da Madeira.
Foi consultor do Ministério da Educação para o projecto A Cultura Começa na Escola, em 1989 e membro do grupo de trabalho criado pelo mesmo ministério para a Humanização e Valorização Estética dos Espaços Educativos.
Foi colaborador do JL-Jornal de Letras, Artes e Ideias em 1990
O seu nome foi atribuído, em 1996, à Escola Secundária do Laranjeiro, hoje Escola Secundária Francisco Simões.
Um dia antes da sua morte a Câmara Municipal de Oeiras decidiu nomear um arruamento situado no Oeiras Golf, em Barcarena, ‘Avenida Francisco Simões – Escultor’.
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