
O Partido Alternativa Democrática Nacional (ADN) veio desmentir categoricamente uma notícia do Correio da Manhã e da revista Sábado sobre uma avença mensal no valor de 4 mil euros alegadamente paga a Joana Amaral Dias. O ADN nega, “seja para que esta aceitasse ser candidata pelo partido, seja para participar em acções de campanha. Essa afirmação, divulgada de forma enganosa e tendenciosa, não corresponde à verdade nem tem qualquer fundamento factual”, insiste o partido.
“O ADN nunca pagou qualquer valor a título de avença ou compensação política à Dr.ª Joana Amaral Dias. O que de facto ocorreu e que sempre foi assumido com total transparência dentro do partido, foi a decisão de assumir parte das perdas salariais que a Dr.ª Joana Amaral Dias sofreu em consequência directa da sua candidatura pelo ADN, a qual levou ao seu afastamento injustificado dos trabalhos que exercia em várias estações de televisão, órgãos de comunicação social e no seu próprio podcast”, justifica esta força política.
“Esta medida enquadra-se no princípio ético e de justiça que o ADN sempre defendeu: nenhum cidadão deve ser prejudicado profissional ou financeiramente por aceitar ser candidato do ADN. O mesmo se aplicaria a qualquer outro membro ou candidato do partido em idêntica situação”, assegura o partido.
O mesmo considera “lamentável que, mais uma vez, certos órgãos de comunicação social tentem distorcer factos e manipular a opinião pública, atribuindo intenções falsas e insinuando irregularidades inexistentes, quando em causa está apenas uma questão de equidade e coerência”.
O ADN diz que notícias sensacionalistas secundarizam verdadeiros problemas relevantes do país. E diz que só este partido os tem denunciado.
“Mais uma vez se confirma que o ADN e a Joana Amaral Dias incomodam muita gente e que continuamos a ser o único partido verdadeiramente disposto a enfrentar o sistema e a dizer a verdade aos portugueses”, conclui.
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