As trabalhadoras do Infantário Primaveras reuniram-se, em plenário, no passado sábado, dia 1 de Novembro, na Casa Sindical, para fazerem o ponto de situação laboral da ausência de respostas às suas reivindicações, que consideram justas e que têm sido apresentadas junto da instituição patronal, refere um comunicado.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritório e Serviços de Portugal relembra que estas trabalhadoras, com mais de duas décadas de casa, neste
Infantário, reivindicam, desde Setembro/2024, através do Caderno Reivindicativo,
apresentado à instituição, o reconhecimento e valorização do trabalho e das suas
categorias profissionais.
Da reunião realizada no dia 01/11/2025, as trabalhadoras reforçam as suas justas
reivindicações à Instituição: O reconhecimento do enquadramento da sua Categoria Profissional para Técnicas de Educação; a atribuição de Diuturnidades no montante de 22€ por cada 5 anos de antiguidade (a contar desde a data de entrada ao serviço até ao limite de 6 diuturnidades; a implementação do horário de trabalho de 35 horas para todas as trabalhadoras.
O sindicato diz que estas trabalhadoras, conjuntamente com o Sindicato CESP, tem encetado um caminho de diálogo com a Direcção do Infantário Primaveras no sentido de continuar a negociar a aplicação das reivindicações constantes no Caderno Reivindicativo, bem como condições de trabalho, junto da AJEM – Associação de Jovens Empresários Madeirenses, responsável pelo Infantário Primaveras.
Assim sendo, estas trabalhadoras assinam o abaixo assinado, rejeitando este pacote
laboral de assalto aos direitos, exigem a sua retirada e reivindicam: o aumento geral e significativo dos salários, a revogação das normas gravosas que a lei já hoje contém, diz o Sindicato.
“Num momento em que se agravam as condições de vida dos trabalhadores, dos mais idosos e dos jovens, fruto de baixos salários e pensões, do aumento do custo de vida, da dificuldade de acesso a bens e serviços, do direito à saúde, à escola pública, à segurança social, à habitação entre outros, o Governo apresentou um conjunto de propostas de alteração à legislação laboral, que caso, se concretizassem, representariam um enorme retrocesso, e uma enorme afronta aos Direitos Conquistados pelo 25 de Abril e da Constituição da República, assevera esta estrutura sindical.
As trabalhadoras em questão manifestam a sua solidariedade com a Marcha Nacional agendada para Lisboa – Contra o Pacote Laboral – Todos a Lisboa e também para o Funchal. Promovida pela CGTP-IN e pela USAM-União de Sindicatos da Madeira, contará com a presença do Sindicato CESP, no sábado, dia 8 de Novembro.
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