O presidente do Governo Regional salientou hoje o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas na abertura hoje ao público do núcleo museológico de São Filipe, no Largo do Pelourinho, na zona das ruínas da Fortaleza.
Assim o comprovam, apontou, as peças descobertas com origem em vários países do mundo. A Madeira, sublinhou, foi um ponto estratégico para a expansão portuguesa.
O governante visitou hoje as obras do núcleo museológico do Forte de São Filipe, concluídos que estão, agora, os trabalhos e a recolha e recuperação das peças arqueológicas, um labor que demorou cerca de 10 anos a concretizar-se, conforme sublinha a página do Governo Regional na rede social Facebook.
O investimento, sublinhou Albuquerque, é de 3,5 milhões de euros e servirá ainda de ponto de partida para a criação, no Forte de São Tiago, do Museu de Arqueologia, onde ficarão expostas diversas peças arqueológicas da história, da etnografia e dos costumes madeirenses, acrescentou.
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