Rui Marote
É caso para dizer “Aleluia”. No caso da obra da Marina, a bola está agora no campo da concessionária “Marina Baía do Funchal”. Agora só é preciso “papel” para honrar o contrato. Hoje foi dia D: as muralhas de Jericó (tapumes) foram derrubados.
Na gíria militar a mudança de oficial de dia, responsável pela unidade durante 24 horas só se concretiza após uma revista a todos os cantos da unidade: casernas, refeitório, cozinha, secretaria, casa da guarda, depósito de material de guerra, parada, etc. Se estiver tudo Ok então há um oficial que recebe e assina.
Neste caso há o “Auto de recepção”, na realidade dois: quando a obra é dada por terminada e entregue ao dono da obra (APRAM), o auto de recepção provisória”, e o outro no fim do prazo de garantia, “auto definitivo”.
Cabe à fiscalização saber e passar revista a ver se tudo o que o caderno de encargos previa foi executado e se encontra em óptimas condições.
O Estepilha enderença um agradecimento aos trabalhadores da Tecnovia, mas prevê um “até breve” pois ainda espera vê-los a reparar algumas das asneiras cometidas…
Entretanto e enquanto os trabalhadores da Tecnovia retiravam o último tapume que cercava a obra junto ao cais, o Estepilha foi surpreendido pelo imediato interesse manifestado no local.
Uma mulher estendeu uma toalha de praia num canteiro em frente às novas instalações da GNR e pregou uma grande soneca com um saco a servir de travesseiro. Ao lado o” breakfast”, um sumo de maçã e um pacote de batatas fritas. Neste novo “alojamento local” parece que se pode efectuar o check-in antes das 14 horas.
A inauguração do espaço ainda não tem data marcada mas a procura deste novo espaço é enorme. Já está em overbooking.
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