O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas tem actualmente em curso, uma campanha de informação junto dos trabalhadores da Administração Pública e Sector Social da Região Autónoma da Madeira nos dias 16 e 17 de Julho: “Mais Direita Menos Direitos”, em solidariedade com a Marcha promovida pela Frente Comum, de dia 17 de Julho, em Lisboa – Estrela/ Palácio de São Bento.
O Sindicato veio avisar, através da sua delegação na Madeira, que a “influência do Chega e Iniciativa Liberal ” terá impactos “negativos para todos os trabalhadores e para a população em geral”.
“Os resultados das recentes eleições Legislativas e Regionais deram uma maioria à direita – AD (PSD/CDS), Chega e Iniciativa Liberal”, diz o sindicato. Ora, como se pode antever pelos seus programas eleitorais, os programas dos próximos Governos da República e da Região Autónoma da Madeira, do Governos AD com a influência do Chega e Iniciativa Liberal, resultarão em “menos direitos para quem trabalha e piores serviços públicos para todos”.
“Se as opções políticas dos Governos AD e as propostas da Iniciativa Liberal e Chega não forem travadas, os trabalhadores vão ter de se preparar para ver agravadas as condições de vida, como por exemplo:
• Alteração dos contratos de trabalho em funções públicas para contratos individuais de trabalho; alterações negativas à legislação laboral; continuação da destruição do Serviço Nacional de Saúde e o Serviço de Saúde da RAM, com vista à sua privatização; ataques à segurança Social Pública, Universal e Solidária com o objetivo de entregar a fundos de pensões, seguradoras e bancos privados; ataques à Escola Pública, promovendo parcerias com o sector social e privados; destruição de Serviços Públicos, externalizando tudo aquilo que hoje é feito pelos trabalhadores da Administração Pública; restrição do direito à greve; promoção do egoísmo e divisão entre os trabalhadores; aumento do autoritarismo; possível revisão da Constituição, destruindo direitos fundamentais”, alerta o sindicato.
“Assim, nós, Trabalhadores da Administração Pública, independentemente das opções partidárias de cada um, teremos de lutar contra essas medidas. A nossa unidade será fundamental para travar a destruição dos serviços públicos, a perda de direitos dos trabalhadores e o retrocesso social”, sublinha a estrutura sindical.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






