
O candidato à Presidência da República, recebeu hoje do coordenador regional do partido ADN, à entrada do Mercado dos Lavradores, uma corda com um nó de forca. Mas, apercebendo-se do que se tratava, rapidamente a devolveu a quem lha oferecia, referindo, segundo noticia a agência Lusa: “Aceito, mas vou-lhe devolver. Sabe porquê? Para o senhor enforcar aqui as vossas ideias do negacionismo, do terraplanismo e de que não há alterações climáticas”, disse. Depois despediu-se e foi em frente.
Miguel Pita disse que pretendia questionar o almirante sobre as razões que o fizeram mudar de opinião, considerando que em 2021 afirmou que daria um “péssimo político” e, por isso, solicitava que lhe entregassem uma corda para se enforcar caso decidisse ingressar na política, cita a agência Lusa.
O líder regional do ADN, diz ainda a Lusa, pretendia também confrontar o candidato com o caso dos tripulantes do NRP Mondego, que se recusaram a cumprir uma missão na Madeira em 2023, perguntando se iria tratar os portugueses da mesma forma, “julgando-os e condenando-os publicamente”.
Ontem, primeiro dia de uma visita à RAM que terminará amanhã no Porto Santo, Gouveia e Melo reuniu-se com o presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, e visitou a obras de construção do novo Hospital Central e Universitário da Madeira.
Hoje há um jantar com apoiantes, num restaurante em Câmara de Lobos.
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