A presidente da Câmara Municipal do Funchal, Cristina Pedra, inaugurou, esta sexta-feira, a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Lazareto, uma obra fundamental para o cumprimento das obrigações ambientais europeias e proteção do ecossistema marinho da região, refere a autarquia.
No seu discurso, a autarca não poupou críticas ao anterior executivo.
“Quando assumimos os destinos da cidade, em Outubro de 2021, encontrámos um projecto parado, com atrasos inadmissíveis e incompreensíveis, sem expropriações realizadas. Tivemos de actualizar tudo e executar a obra em tempo recorde”, referiu Cristina Pedra.
A obra, cujo investimento rondou os 17,5 milhões de euros, é a maior alguma vez realizada no município do Funchal e uma das mais complexas, devido à sua localização num vale encaixado, com parte da estrutura situada 35 metros abaixo do nível do terreno.
“Foi um grande desafio de engenharia e logística, num espaço exíguo onde até as gruas tiveram de ser posicionadas como peças de um puzzle”, disse.
A ETAR do Lazareto assegura o tratamento primário de águas residuais, cumprindo a Directiva Europeia 91/271/CEE, que Portugal estava em risco de infringir.
“Esta obra é um pilar para o desenvolvimento sustentável do Funchal e da Região, protegendo o nosso ambiente e garantindo condições sanitárias de excelência”. Em jeito de conclusão, a líder dos destinos da edilidade reafirmou: “Este executivo tem concluído dossiês que outros nem tiveram coragem de começar. Cá estamos, com provas dadas”.
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