
Ter um Orçamento Regional aprovado era “um dos grandes objetivos políticos do PSD”, neste início de mandato, até para, por via do desagravamento fiscal, ter este Executivo um papel preponderante junto da população para fazer face “à inflação e ao aumento do custo de vida”.
Jaime Filipe Ramos falava à saída de uma reunião na Secretaria Regional das Finanças, ocasião em que referiu que “os madeirenses pagam menos impostos do que se vivessem no continente” e que a redução de impostos é, mesmo, “o maior input deste Orçamento”.
O líder parlamentar do PSD saudou o facto de ter sido possível “negociar com outros partidos, que conseguiram complementar” o documento e, assim, deram “oportunidade aos madeirenses” de ver aprovado o ORAM 2025, que é elementar para a dinâmica económica e social da Região.
Com a aprovação do ORAM, “mais de 90% da população” terá mais rendimento disponível, porque, na Madeira, conforme reiterou Jaime Filipe Ramos, a opção política foi a de reduzir impostos, “não só em matéria do IRC, mas também no IRS, ao nível do sexto escalão”.
A título de exemplo prático, a poupança em IRS na Madeira pode chegar até aos 2701,70€ por ano, se considerarmos um agregado familiar com dois filhos. Por outro lado, os social democratas recordam que um agregado monoparental com um dependente pode poupar até 1114,99€ e um pensionista mais de 230€.
Para o PSD, o compromisso de reduzir impostos e aumentar os rendimentos das famílias, a par da gestão das contas públicas, é elementar e continua a ser materializado sendo disso exemplo a aprovação do Orçamento para 2025.
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