ADN culpa imigrantes por alegado sentimento de insegurança

O ADN andou em campanha nas ruas do Funchal, interpelando vários cidadãos para aferir as suas opiniões sobre o “actual descontrole da imigração”. As respostas “foram predominantemente negativas, reflectindo preocupações e sentimentos de insegurança. Alguns dos comentários incluíram: “Já tenho receio de circular nas ruas”;  “Há um excesso de imigrantes; aqueles que não trabalham deviam voltar
para a sua terra”; “Há demasiado facilitismo para os imigrantes”; “Nem todos os imigrantes são maus, mas sim já são muitos”; “Eles ficam com os nossos direitos sem produzir o suficiente”; “deviam dar prioridade ao portugueses, a final de contas estamos na nossa terra”

Nesta sequência João Abreu, cabeça de lista do ADN Madeira, e Alexandra Pita, candidata pelo círculo da Madeira, manifestam a sua posição sobre a actual política de imigração e sentenciam: “Portugal perdeu o controlo”.

Com mais de 1.500.000 imigrantes no país, assiste-se a um claro desequilíbrio nas prioridades políticas, deixando os portugueses – no continente e nas ilhas – para segundo plano.

“Não somos contra a imigração, mas contra o abuso. O ADN defende regras claras, respeito pela cultura nacional e prioridade aos portugueses nos apoios públicos. É inaceitável que imigrantes recém-chegados tenham mais facilidade em aceder a habitação, subsídios e serviços do Estado do que quem cá vive e trabalha há anos”.

Para Alexandra Pita, a imigração descontrolada é muito preocupante e coloca em causa a segurança, principalmente a das mulheres, a coesão social e a identidade cultural. João Abreu reforça: quem respeita a lei e quer integrar-se é bem-vindo. Quem não respeita, não deve permanecer em Portugal.

Medidas do ADN – Imigração com Regras Claras:
1.      Suspensão imediata da entrada de novos imigrantes.
2.      Entrada apenas com visto de trabalho e registo criminal limpo.
3.      Criação de uma plataforma de controlo de vistos laborais, por
intermédio do instituto de emprego para impedir contratos fraudulentos e
obter uma estatística mais apurada.
4.      Inspecção frequente a contratos de trabalho, com inspecções ao local.
5.      Reforço do controlo de fronteiras.
6.      Unidade especial da PSP para controlo de estrangeiros.
7.      Reestruturação da AIMA.
8.      Imigração temporária e com prazos definidos.
9.      Quem não tem visto ou emprego é turista – 60 dias no máximo.
10.     Expulsão imediata de imigrantes condenados por crimes.

O ADN propõe uma política migratória justa, que proteja os portugueses e valorize quem cá vive, trabalha e respeita o país. Portugal deve acolher, sim, mas com responsabilidade, justiça e ordem, conclui o partido.


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