Gil Canha, histórico militante anti-jardinista e anti-albuquerquista e que apoiou a campanha da “Força Madeira”, lembrou hoje na sua página da rede social facebook, que apoiou Raquel Coelho, “uma rapariga inteligente e com muitos méritos”.
Aliás, acrescenta, “gosto de pessoas que têm a sua profissão e que não vivem exclusivamente da politica, como foi o caso do sr. Vítor Freitas, que após inventar o sr. Cafôfo e o idolatrar, acabou por ser vítima dele, o que me dá ganas de rir”.
Gil Canha diz: “Tenho pena, que o povo madeirense em vez de escolher uma voz contra a corrupção tenha optado pelo continental Dr. Camelo, do IL., um cavalheiro muito ligado à podridão do establishment regional que, como é de conhecimento geral, é sociologicamente muito semelhante às tribos do Gana e da República Democrática do Congo”, ironiza.
“Também foi saudável ver a ascensão dos JPP e a queda do fantoche número dois dos nossos oligarcas, o sr. Cafôfo (o primeiro é o Albuquerque). Com a vitória do PSD, é obviamente que a região vai viver uma falsa e frágil estabilidade política, porque o roubo e a corrupção regional de altas figuras do PSD foram de tal ordem, que a justiça não os vai deixar da mão tão facilmente, sendo uma afiada espada de Dâmocles presa por um frágil fio de rabo de cavalo sobre tão ilustres cabeças”, sentencia.
“Como disse e muito bem, Élvio Sousa, dos JPP, “vamos continuar nas nossas torres de vigia. Eu, com um derrotado e vencido da vida, continuo firme e divertido na minha torre, a observar a maneira tão engraçada como um pequeno bando de ladrões engana e rouba o vulgo”, conclui.
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