O CDS veio defender um reforço das verbas atribuídas, pelo Governo e pela Segurança Social, às Instituições de Solidariedade, no sentido de valorizar as carreiras e salários dos seus profissionais.
“O que se está a passar é uma clara injustiça entre o sector social público e o sector privado, com profissionais com as mesmas habilitações e as mesmas funções, a ganharem diferentes remunerações. Não é admissível que um técnico superior de uma IPSS, com 10 anos de carreira, receba mil euros líquidos, menos duzentos euros em relação ao que receberia se estivesse na função pública”, refere uma nota.
O CDS defende uma uniformização de carreiras e salários entre os sectores público, privado e social, se for preciso com a revisão dos acordos colectivos de trabalho e dos acordos de cooperação com a segurança social.
Auxiliares, Ajudantes de Ocupação, Motoristas, Animadores e Técnicos Superiores das IPSS devem ter os seus vencimentos equiparados aos seus colegas da administração pública. Todos são essenciais no apoio aos mais frágeis e vulneráveis da nossa sociedade.
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