O candidato do PTP afirmou ainda que quando estava no parlamento regional entrou em contacto com os três armadores espanhóis que asseguram o transporte marítimo em Huelva, Cádiz e Tenerife e perguntou se podiam fazer “um desvio, nem que seja duas vezes por mês, à Madeira”, referindo que as três empresas “concordaram sem receber qualquer subsídio”.
“O medo desses armadores era que o grupo monopolista, juntamente com o Governo, sabotasse a operação, isto é: as três empresas – a Trasmediterranea, o [Naviera] Armas e a Fred Olsen – estavam disponíveis para fazer um pequeno desvio e trazer o ferry à Madeira. O que não prometiam era irem em direcção a Portimão, mas garantiam que iam a Huelva ou Cádiz”, garantiu Gil Canha, referindo que de Huelva até Vila Real de Santo António são 40 minutos de carro e sublinhando que, assim, “estava resolvido o problema da Madeira de poder ter um transporte de ferry de mercadorias e de passageiros do continente europeu para a ilha da Madeira”.
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