A candidatura do JPP à Assembleia da República marcou hoje presença junto ao Hospital Dr. Nélio Mendonça, onde garantiu, que em caso de eleição, será uma voz diferente e empenhada em dar voz aos inúmeros madeirenses, porto-santenses e portugueses que não têm obtido resposta satisfatória dos sistemas regional e nacional de Saúde.
Segundo Filipe Sousa, a saúde é um problema transversal a todo o país. O JPP defende que devem ser o Estado e a Região, através dos sistemas de saúde regional e nacional, os principais prestadores de saúde, garantindo o acesso gratuito e universal a todos os cidadãos.
Porém, aponta, “o que temos vindo a assistir em Portugal, e também na Madeira, é a um constante degradar do Sistema Nacional e Regional de Saúde. Não podemos continuar a ter listas de espera atentatórias da qualidade de vida das pessoas e que põem muitas vezes em causa a própria vida de quem recorre e não obtém resposta do serviço público”, fez notar o candidato.
Da mesma forma, defendeu que não podemos continuar a ter urgências a abarrotar e em colapso, nem podemos continuar a ter doentes oncológicos que têm de interromper os seus tratamentos por falta de medicamentos, como foi testemunhado durante a campanha pelo JPP.
Inaceitável é também continuar a ter profissionais de saúde à beira de um esgotamento por tentarem dar resposta aos utentes no quadro de falta de meios e de investimento dos governos. “Não percebo como temos governantes de lá e de cá que conseguem dormir descansados quando os seus cidadãos morrem na porta dos hospitais”, realçou o cabeça de lista do JPP.
Filipe Sousa sentencia que estes problemas podem ser resolvidos com duas soluções essenciais: primeiro uma estratégia global para a saúde, com um forte investimento ao nível dos meios necessários, e, em segundo lugar, uma valorização das carreiras de todos os profissionais de saúde.
O candidato diz que investir nos recursos humanos e no reforço de meios técnicos é sempre a solução acertada, dando como exemplo o investimento feito em Santa Cruz numa área análoga à saúde, a Protecção Civil, e que resultou numa população mais protegida e também no aumento dos níveis de segurança sentidos por essa mesma população.
Filipe Sousa garante que este investimento e esta política pode ser replicada com sucesso na área da saúde, respondendo de forma eficaz ao avolumar dos problemas dos sistemas nacional e regional de saúde. E o que não for possível resolver com investimento público, pode ser feito com recurso ao privado, de forma regulada e regulamentada.
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