A “Alternativa 21”, que junta MPT e Aliança, refere que numa verdadeira meritocracia o mérito e a experiência são valorizados, pelo que as pessoas são induzidas a produzir mais e melhor; as pessoas são encorajadas a experimentar e assim ter vidas mais plenas.
“Numa verdadeira meritocracia, a corrupção é inexistente e todos podem ansiar por atingir o seu potencial. As leis e regras são cumpridas podendo cada um satisfazer, por seus próprios meios, as suas necessidades e aspirações”, refere um comunicado.
“O trabalho em equipa é valorizado pelo que as intrigas são mínimas. Todos trabalham com o objetivo de ser melhor, de incluir todos em vez de alienar alguns. Numa verdadeira meritocracia existe justiça na atribuição dos cargos, pelo que o clima de desconfiança nas instituições será mínimo. Estas características farão com que as empresas e organizações produzam mais e melhor, o que por sua vez promoverá o crescimento econômico e o aumento das remunerações”, sentenciam.
“Numa verdadeira meritocracia, as pessoas gostaram de trabalhar pois sentirão se apreciadas pelos seus méritos. O trabalho será um dos campos em que as pessoas aprenderão sobre si sobre e o mundo, e desenvolverão as suas potencialidades”.
A Alternativa 21 diz defender a meritocracia, pois é um sistema inclusivo que promove relações ganho-ganho e acredita que o Estado, ao aplicá-la, pode inspirar todas as organizações a promoverem-na.
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