A Câmara Municipal do Funchal afirma-se atenta ao bem-estar dos seus trabalhadores, tendo adoptado, nos últimos 2 anos, procedimentos para promover melhores condições de trabalho e a conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional dos seus funcionários.
A vice-presidente da autarquia, Cristina Pedra, exemplificou com práticas adoptadas pelo actual executivo, entre eles, a implementação de horários desfasados, adequados à vida pessoal do trabalhador; a adaptação do horário de laboral aos cuidadores informais; a adopção do regime de teletrabalho; a atribuição, na sua plenitude, do estatuto do trabalhador estudante aos que pretendem melhorar as suas habilitações académicas; a promoção da mobilidade intercarreiras e intercategorias, com base na valorização das habilitações académicas ou das competências profissionais adquiridas; a garantia das medidas de segurança e saúde no trabalho, entre outras.
Cristina Pedra falava na conferência “A Agenda de Trabalho Digno e de Valorização dos Jovens no Mercado de Trabalho”, que se realizou no hotel The Vine, promovida por uma sociedade de advogados.
Relativamente à situação dos jovens, “o município do Funchal, na qualidade de entidade integradora dos Programas de Estágios Profissionais instituídos pelo Governo Regional e desenvolvidos pelo Instituto de Emprego da Madeira, refere que tem “garantido aos jovens titulares de cursos técnicos profissionais, licenciaturas ou mestrados, uma primeira experiência profissional”, avançou Cristina Pedra.
“Os jovens, no decorrer do estágio reforçam as suas competências técnicas e pessoais, e alcançam, com mais facilidade, a integração no mercado de trabalho, quer ingressando nos quadros da autarquia, quer ingressando nas empresas, o que permite aferir que a CMF participa activamente no combate ao desemprego jovem”, referiu a número dois da edilidade funchalense.
Cristina Pedra recordou que, “com o intuito de capacitar desempregados com as competências essenciais à integração no mercado de trabalho e combater a precaridade, muitas vezes, causada pela falta de especialização técnica, a CMF submeteu a consulta pública o projecto do Regulamento do Programa Municipal de Formação e Ocupação em Contexto de Trabalho, pretendendo com a sua aprovação a valorização e dignificação das condições dos seus destinatários”.
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