Sérgio Gonçalves tem-se desdobrado em promessas. Agora afirma que, se o PS for Governo na Região após as próximas eleições, tomará as medidas necessárias para valorizar os rendimentos dos trabalhadores. Uma garantia dada na sequência de um encontro com a União Geral de Trabalhadores (UGT) na Madeira.
Sérgio Gonçalves considerou “incompreensível”, em declarações aos jornalistas, que “numa Região que bate recordes de PIB, que bate recordes no Turismo e que tem o sector da Construção em crescimento, não se consiga fazer também a valorização dos salários dos trabalhadores”.
“Entendemos que o crescimento económico deve reflectir-se também na melhoria de vida de todos os madeirenses sem excepção”, sublinhou. Mas isso não acontece sem que sejam tomadas medidas.
Reafirmando os compromissos que o PS assume nesta matéria, nomeadamente no capítulo da redução de impostos, Sérgio Gonçalves insistiu novamente na necessidade de “baixar o IRS, aplicando os 30% permitidos por lei a todos os escalões”, como acontece nos Açores.
Isto significaria, explicou, “que todas as pessoas teriam um rendimento superior líquido no final do mês, que teriam mais dinheiro no bolso no final do mês”.
A redução do IVA é outra medida defendida pelo PS, uma vez que “permitiria que bens e serviços que consumimos tivessem preços mais baixos e beneficiassem os madeirenses, que têm vindo a sofrer com este aumento do custo de vida”.
O PS diz-se também atento às “questões relacionadas com a reposição do subsídio de insularidade, que deixámos de ter para todos os trabalhadores da administração pública, até 2%, desde que tivemos a Troika e estivemos sujeitos ao Plano de Ajustamento Económico e Financeiro”.
“Outras medidas de complemento para os trabalhadores em geral, mas em particular para os trabalhadores da administração pública regional” foram ainda defendidas por Sérgio Gonçalves, determinado em avançar com estratégias promotoras de uma melhoria efectiva da qualidade de vida na Região.
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