Liberais não percebem: afinal o Funchal é uma cidade segura ou insegura?

Os liberais vieram questionar se o Funchal é, afinal, uma cidade segura ou insegura. Dizem que não decorreu um ano, desde que em Outubro do ano passado Pedro Calado falava do Funchal como se fosse uma cidade a precisar de uma declaração de Estado de Sítio. “Exército nas ruas como factor de dissuasão contra a insegurança”, recorda a IL.

“Não passou um ano. Continua tudo igual ou mesmo pior, e o Sr. Presidente da Câmara dá o dito por não dito. As eleições de Setembro a isso obrigam”, prosseguem os liberais no seu comunicado.

“Na semana passado o Edil da capital da região, disse, com toda a candura, que o Funchal tem problemas, mas a segurança não é um deles: “O sentimento é de total segurança na Região e no Funchal”. Como ficamos? Há um problema de segurança na cidade que exige a intervenção dos militares ou isso é falso?”, questiona a Iniciativa Liberal.

O partido também não percebe a relação que tentou estabelecer entre o número de visitantes que recebemos e a criminalidade. “O que recebemos são potenciais criminosos? Foi isso que insinuou? Confessamos estar baralhados”, referem os liberais.

“Disse o Sr. Presidente, e muito bem, que o alcoolismo é também um problema que leva à criminalidade. Que a Câmara está a limitar os horários dos estabelecimentos de animação nocturna. Onde? Quando? Com que horários? É que continuamos à espera, por exemplo, de uma adequação dos horários da Zona Velha que seria para Abril, que foi adiada”, apontam.

“Seguindo a moda de que tudo acontecerá depois das eleições, ficámos a saber que a instalação de câmaras no centro ocorrerá… lá para o final do ano”.

“Combater com a maior eficiência possível o tráfico, alertar os estabelecimentos da zona para ajudarem a controlar a venda de álcool, maior presença física das autoridades, criar equipas móveis de saúde (física e mental) de intervenção rápida, parecem-nos algumas medidas importantes a tomar no imediato”, sugerem os liberais.


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