“Chega” queixa-se de que os seus cartazes foram vandalizados no Funchal

O Chega/Madeira emitiu um comunicado no qual sentencia que “apenas os fracos fazem política rasgando cartazes”, queixando-se de que esta situação se verificou com “posters” nos quais transmitia à população da RAM “a sua mensagem reformista”, no cumprimento dos direitos partidários.

Os cartazes colocados em várias zonas do Funchal foram vandalizados, queixa-se o Chega, que diz que o caso está a ser averiguado pelas entidades competentes.

A colocação de cartazes insere-se na primeira fase da pré-campanha do partido, a qual terá continuidade numa segunda fase, “que será fundamentada em mensagens ainda mais específicas e relacionadas com as propostas que compõem o programa eleitoral” do Chega.  .

De acordo com Miguel Castro, líder do CHEGA-Madeira, a vandalização dos cartazes do partido levantam dúvidas sobre o estado e a saúde da Democracia na Madeira.

“A premissa fundamental de qualquer sociedade que se diz democrática é a convivência salutar das diferenças políticas, isto é, podemos não concordar com as ideias uns dos outros, mas defendemos, sem hesitação, o direito que cada um tem de expressá-las. Acima da minha opinião, seja ela qual for, está a liberdade de expressão, pois, sem ela, seremos meros prisioneiros da opressão e da censura, que são duas das piores formas de violência que podem ser exercidas sobre qualquer ser humano”, refere.

“É claro e evidente que existe um défice democrático na Madeira e que há interesse, da parte de quem nos anda a governar há mais de quatro décadas, em manter viva esta ideia completamente errada de que a acção política é um jogo de guerrilhas, sem regras nem respeito. A política só é positiva e só faz sentido quando é feita com elevação e com respeito pelo outro, independentemente de partidos (..)”, diz.


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