Com Rui Marote
A situação tem-se repetido vezes sem conta, e já não é de agora, vem de anos anteriores. A novidade é que, este ano, a secretária regional do Ambiente, Susana Prada, socorrendo-se de um drone, e mencionando várias análises supostamente realizadas, afirma que esta imundície não decorre de águas de esgoto, mas de “poeiras” e “microalgas”. Opinião diferente tem a “vox populi”, que diz que se trata mesmo de… porcaria.
A mesma tem infestado os mares nas proximidades dos complexos balneares da CMF e do Clube Naval do Funchal, tornando extremamente desagradável a perspectiva de ir a banhos. Recorde-se, a propósito que, sendo esta situação recorrente todos os anos, o presidente do CNF, António Fontes, já chegou mesmo a apresentar queixa-crime contra desconhecidos, no Ministério Público, por causa da sujidade persistente no mar em anos anteriores. Desconhece-se qualquer resultado.
O que não esmorece é a indignação dos utentes que, com o bom tempo e a estação estival a aproximar-se, se revoltam contra tanta “sujeira” no mar, um mal que parece não ter remédio, para cujas causas se afigura necessário contratar o próprio “Sherlock Holmes” para averiguar e que macula a nossa imagem turística.
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