A gerência da Empresa de Gestão do Sector da Banana (GESBA), “na sequência de novas falsas acusações protagonizadas pelos ‘suspeitos do costume’, JPP, a propósito dos Relatórios de Gestão/Contas da GESBA, vem por este meio esclarecer o seguinte:
Quem fala e coloca questões falaciosas é simultaneamente uma força política, que em vez de se apoiar em factos que reflitam a realidade, lança atoardas sem qualquer nexo, com objetivos meramente políticos, tentando gerar a confusão e a suspeição sobre a empresa que regula e gere o sector da banana.
Não é a primeira vez, nem será a última, especialmente em ano de eleições, que a demagogia e o sacerdotismo do JPP se fará notar, pelo que, mais do que nunca, importa rebater as mentiras, ameaças e denúncias sobre a GESBA.
Os números são claros e podem ser facilmente comprovados, até pelo JPP, que usa e abusa de uma política baixa, não contabilizando, por exemplo, os custos com os cerca de 300 trabalhadores da empresa, a quem quererem tirar o sustento, transportes marítimos e terrestres, caixas, paletes, papel, sacos, fatores de produção, e outros fornecimentos e serviços, tais como manutenção de viaturas, gasolina, água, luz, limpeza, entre outros.
Por si só, estes dados são suficientes para rebater críticas infundadas e maliciosas, com propósitos de levantar a suspeita e a dúvida. No entanto, podemos uma vez mais, lembrar que o ano passado foram distribuídos pelos produtores 21.216.923€, que representa um valor médio de 0,93€ por quilo, mais 50% do que em relação a 2009.
É preciso chamar também a atenção para o facto de estarmos sempre disponíveis para explicar o trabalho feito, que muito nos orgulha, bem como todas as situações em que haja dúvidas, porque a conclusão que se chegará é de que a situação financeira entre as antigas cooperativas e a GESBA, é como da noite para o dia”, refere o comunicado da Gesba.
“Felizmente, os bananicultores estão perfeitamente cientes da realidade, como também sabem da existência de meia dúzia de produtores que, em conluio com o JPP, defendem um retorno a um modelo que eles próprios destruíram, que foram incapazes de gerir, resultando numa situação de total falência do sector, e a sua subsequente alienação, mormente dos passivos e do respetivo buraco de quase 8 milhões de euros, que transitaram para a GESBA, entretanto já totalmente pagos.
Este buraco, que resultou na falência completa das cooperativas, teve de ser gerido já pela GESBA que, através de um empréstimo, com um aval público, de produtores e não produtores de banana, ajudaram a salvar este importante sector, que foi completamente destruído por uma gestão pouco criteriosa”, prossegue o comunicado.
“Gostaríamos ainda de sublinhar que os produtos têm hoje uma imagem, uma vida própria nos mercados, pelo que estas narrativas de mentira e suspeições constantemente lançadas pelo JPP, são bem demonstrativas da má-fé e irresponsabilidades que, esperamos, não se venham a refletir negativamente no produto e, consequentemente, no rendimento dos produtores.
A ânsia de protagonismo da JPP, assente numa estratégia que vai seguramente ter novos capítulos, através de contínuas políticas demagogas e assentes na mentira, não afetará a dedicação de todos os que trabalham na GESBA, em prol e respeito, da grande maioria dos bananicultores da Madeira, que se reveem, identificam e acreditam no trabalho sério e honesto desta empresa”.
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