Miguel Albuquerque reage à mensagem de ano novo do Presidente da República

Sublinhando o facto do ano de 2022 ter sido “um ano perdido” e de instabilidade e que 2023 começa “com uma crise política inesperada, que curiosamente surge no seio do próprio Governo”, Miguel Albuquerque, na qualidade de Presidente da Mesa do Congresso Nacional do PSD, reagiu, esta noite, à mensagem do Presidente da República, alertando para a necessidade de o Executivo liderado por António Costa olhar para o País e para as reais necessidades dos Portugueses e “começar a governar”.

“A atual crise política não radica nem na oposição, nem no senhor Presidente da República mas apenas nas barafundas do Governo e o que se exige é que o Governo saia da bolha onde está atolado, olhe para o Portugal real e para os problemas dos Portugueses, resolva as suas disfuncionalidades e comece a governar”, disse, vincando que, a par da inflação, da carga fiscal elevadíssima, da guerra, da crise energética, do mau funcionamento dos serviços de Saúde e da generalidade dos serviços públicos, do empobrecimento do País e das Famílias, “temos de juntar a tudo isto um Governo que, tendo todas as condições para governar, se tornou num fulcro de casos, uns atrás dos outros, e num fulcro de guerras internas entre Ministros”.

“Um corpo político em decomposição, com onze governantes demitidos em nove meses”, frisou, a este propósito, Albuquerque, deixando claro que este é “um Governo sem rumo para Portugal”.

Presidente da Mesa do Congresso Nacional que, a finalizar a sua declaração, deixou uma mensagem de esperança para o futuro, garantindo que o seu Partido nunca faltará a Portugal. “O PSD continuará a assumir as suas responsabilidades, com uma oposição firme e exigente e construindo, todos os dias uma alternativa política a este ‘estado de coisas’. Este é o tempo do Governo resolver os seus problemas e os problemas do País e, quando essa capacidade se esgotar, o PSD estará presente e nunca faltará a Portugal”, rematou.


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