Rui Barreto pede garantias de abastecimento à RAM

Quando falta cerca de uma semana para as datas de pré-avisos de greve no Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante, previstos para os dias 29 e 30 de Novembro e 6 e 7 de Dezembro, o secretário regional da Economia, Rui Barreto, volta a alertar para a necessidade dos Ministérios das Infraestruturas e Habitação, mas também o do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, garantam o abastecimento das regiões autónomas nas definições dos serviços mínimos.

Embora esteja solidário com os propósitos apresentados pela referida estrutura sindical nacional, tendo, inclusive, já se reunido com o presidente desta, Rui Barreto considera que seria importante que os madeirenses e porto-santenses não fossem penalizados, atendendo à sua dependência total do abastecimento por via marítima.

Barreto recorda que o Ministério das Infraestruturas e Habitação tem sido sensível, noutras ocasiões, a esta matéria, fixando o abastecimento às Regiões Autónomas entre os serviços mínimos, pedindo, precisamente, que isso ficasse consagrado, por forma a não penalizar os madeirenses neste diferendo, cuja diferendo depende, exclusivamente, do Governo da República.

Tal como afirmou, “no processo de fixação dos serviços mínimos, é imperioso que sejam tomadas medidas excepcionais de salvaguarda do abastecimento da Região, designadamente sejam assegurados todos os meios para garantir a operação de todos os navios de abastecimento à Região Autónoma da Madeira, bem como a saída de navios, quando esteja em causa a disponibilidade de cais para navios de ou para a Região Autónoma da Madeira”, medidas que vão ao encontro do que foi garantido na definição dos serviços mínimos no passado.


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