O MPT veio abordar hoje a questão da abstenção. Debruçando-se sobre este tema, nota que nas regionais de 2019, cerca de 45% dos eleitores não compareceu na mesa de voto, i.e., uma taxa de abstenção de cerca de 45%.
De acordo com um inquérito recente que o partido diz ter realizado, os principais motivos são: “desinteresse pela vida pública, “são todos iguais”, “votar não alterará nada a vida”, “a política não me interessa”, e “um voto não faz a diferença”.
“Começa-se por dizer que nem todos os partidos nem todos os candidatos são iguais, votar afecta a vida quer seja por via dos impostos quer seja por via dos serviços prestados pelo Estado, e no limite um voto pode fazer a diferença sobre quem é eleito e consequentemente afectar a formação do Governo Regional”, diz o MPT, de forma didáctica.
Uma boa parte dos abstencionistas são 2cidadãos descontentes com a vida pública, i.e., a política e a gestão do Estado”, conclui o partido, que entende ser urgente “combater a abstenção para que tenhamos uma democracia participativa e uma melhor gestão dos órgãos do Estado”.
“Em face do exposto, o MPT propõe o voto obrigatório, e as sanções por injustificadamente não votar seja: 1) não poder concorrer a cargos públicos; 2) penalização nível do IRS e, 3) inelegibilidade de acesso a alguns apoios sociais”.
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