O presidente do SINDEPOR – Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal, Carlos Ramalho, concorda com o desconfinamento “a conta gotas” anunciado ontem pelo primeiro-ministro, António Costa, mas salienta as necessárias cautelas. Nomeadamente, a não repetição do erro cometido no Natal e o cumprimento dos planos de vacinação e de testagem massiva.
“Sabemos que, se a situação voltar a agravar-se, vão ser os profissionais de Saúde e, em particular, os enfermeiros, quem vai ter a sua vida mais complicada”, alerta Carlos Ramalho. O dirigente sindical compreende os constrangimentos e as legítimas expetativas de vários setores da atividade económica e social, mas apela à compreensão dos mesmos em relação a um desconfinamento “cauteloso, gradual”, para que, no futuro, não seja necessário confinar de novo a população e encerrar atividades, com consequências ainda mais desastrosas para a economia do país.
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