Sara Cerdas satisfeita com resultado de negociações do orçamento da UE

Foto Rui Marote

Os deputados ao Parlamento Europeu votaram hoje o regulamento que estabelece o orçamento a longo prazo da União Europeia para os próximos 7 anos – o Quadro Financeiro Plurianual (QFP),  que visa investir em projectos e programas que reforcem o futuro da Europa, assim como garantir a rápida recuperação económica.

Sara Cerdas considera que “o QFP irá desempenhar um papel fundamental para todas as regiões”, em destaque “o papel que terá para as regiões ultraperiféricas, quer seja na mitigação dos impactos económicos e sociais da COVID-19, quer seja na dimensão de apoio para as políticas nos mais diversos setores”.

No total são 1.8 biliões de euros que responderão às necessidades dos cidadãos europeus. A eurodeputada afirma que “uma grande percentagem do orçamento será investido na Coesão e nos Recursos naturais e ambiente”, e que “isto reflecte claramente as prioridades da UE, não só na vontade de recuperar e promover o desenvolvimento das regiões, mas também na vontade de avançar, apostando nos objectivos do Pacto Ecológico Europeu, e no desenvolvimento de esforços adicionais para enfrentar as mudanças climáticas, proteger a biodiversidade, apostar na economia circular e impulsionar as energias renováveis”.
Salienta ainda que “o Parlamento Europeu não poupou esforços para garantir um acordo robusto, não só para responder à crise provocada pela pandemia do COVID-19, mas também para garantir a coesão europeia e assegurar desta forma que nenhuma região seja deixada para trás” e enaltece o papel que a eurodeputada do PS Margarida Marques teve nesta negociação, enquanto co-relatora do orçamento, neste “novo ciclo de políticas de coesão e de programas europeus, que aposta em setores chave para a recuperação económica e social”.
Na última semana o Conselho Europeu chegou a um acordo sobre o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027. O Parlamento Europeu votou a sua aprovação, incluindo o regulamento relativo à condicionalidade orçamental, associado ao Estado de Direito, e a decisão sobre os recursos próprios, que define a forma como o orçamento da UE é financiado. A aprovação dos regulamentos permitirão que os apoios necessários cheguem aos cidadãos no início do próximo ano.