O Funchal Notícias dá hoje início a uma série de abordagens à Eleições Autárquicas que irão realizar-se sem setembro ou outubro de 2021.
De A (Achadas da Cruz) a T (Tabua), todas as semanas damos-lhe a conhecer uma das 54 freguesias da Madeira.
Começamos hoje no concelho do Porto Moniz, mais concretamente na freguesia das Achadas da Cruz.
A freguesia tem 159 habitantes, segundo o Census 2011. Atualmente, pertence ao concelho do Porto Moniz mas aquando da extinção deste concelho, por duas vezes, em 1849 e em 1895, a freguesia passou a fazer parte do concelho da Calheta.
As Achadas da Cruz dividem-se nos seguintes sítios: Achada da Arruda, Cova, Igreja, Pinheiro, Achada de Castro, Lombo do Simão e Terça. Com menor relevo temos também a Quebrada do Negro, Quebrada Nova, Fajã Nova, Fajã das Malvas, Pomar Velho, Pico da Azeveda, Risco, entre outras.
O nome Achada é originário da abundância de salvados do mar, onde na zona ribeirinha da freguesia, existe uma fajã (acedível por uma vereda ou pelo teleférico), onde de forma generalizada ainda hoje arrebatam muitos despojos à costa.

A freguesia faz, este ano, em setembro, 172 anos.
A agricultura, a agro-pecuária, o comércio e o turismo são algumas das actividades económicas.
A freguesia era/é tão pequena que que nos três primeiros escrutínios autárquicos (1976, 1979 e 1981) não houve eleições para a Assembleia de Freguesia devido ao número reduzido de eleitores.
Nesta freguesia, desde 1985, a alternância tem sido entre o PSD e o PS.
O PSD foi poder até 2001, ano em que a coligação PS/CDS, por um voto, ganhou pela primeira vez a fregueisa.
O PS venceu em 2005, 2009 e 2017. O PSD tinha ganho em 2013.
Aliás, nas últimas Autárquicas, o jovem socialista António Correia, reconquistou para o PS a freguesia que o PS havia perdido para o PSD nas Autárquicas de 2013. O PS ganhou com 55,95% (94 votos) contra os 26,79% (45 votos) do PSD.
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