
O Estepilha está a ser aliciado para voltar à normalidade, “despacito”. Por isso, o nosso cartoonista, José Alves, retoma com o Funchal Notícias a partilha das suas rábulas porque o oxigénio da crise só pode ser o humor.
Enquanto os nossos governantes estão nas explicações on line de matemática para urdir os caminhos certeiros da austeridade sobre o Zé Povinho, a sociedade prepara-se para regressar à vida ativa … mascarada!
O Estepilha estranha mas depois entranha. Há que ver vantagens na cultura emergente e na porrada como oportunidades de crescimento, é esta a gíria política. Façamos, então, de conta que tudo é sério.
O bailarico da camacheira terá o novo adereço, os homens podem sempre adiar a barba e as mulheres poupam nas maquilhagens ao serviço das beleza. Esta será, a curto prazo, a cultura emergente.
Neste contexto surreal, o Estepilha prefere falar a sério brincando com o “non sense” que se instalou nas famílias. Arrepia? Use máscara e enfrente os vírus que aí vêm.
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