O primeiro-ministro não põe de lado a hipótese de haver austeridade em Portugal na sequência da Covid-19, embora diga que essa receita não é solução.
Em entrevista ao Expresso, que este sábado estará nas bancas, António Costa diz que não pode prometer uma coisa que não sabe se poderá cumprir. Avança com algumas medidas para a retoma de maio, aponta que as máscaras de proteção serão obrigatórias nas escolas e nos transportes públicos, deixando assim antever que as aulas presenciais, para os décimo primeiro e décimo segundo anos, deverão ocorrer mesmo.
Costa remete para dia 30 de abril a decisão final sobre as medidas e reabertura de serviços e empresas, até porque uma certeza vai depender da evolução destas duas semanas de abril.
Manter funcionários em teletrabalho, reorganizar horários escolares e de trabalho, para evitar o cruzamento de pessoas, será um dos objetivos, colocando o regresso da atividade económica como prioridade.
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