
O PCP denuncia, em comunicado, “a gravidade da vaga de processos de despedimentos de trabalhadores na Região, em diversos grupos hoteleiros, a começar pelo maior grupo hoteleiro de Portugal como está já acontecer no Grupo Pestana, existem trabalhadores efectivos que estão a ser confrontados com documentos para o rescindir dos seus contratos de trabalho”.
“Como se já não fossem suficientemente graves os casos de não renovação de contratos, como se já não bastassem os processos tendentes a impor férias forçadas, iniciou-se uma outra etapa na escalada contra os direitos dos trabalhadores que está a passar pelo desencadear de processos de despedimento em massa”.
Como disse Edgar Silva, Coordenador Regional do PCP, nesta manhã numa declaração política junto a uma dessas unidades hoteleiras onde este problema está confirmado, estamos perante um patamar gravíssimo no atentar contra direitos fundamentais dos trabalhadores, estamos perante uma vaga de despedimentos que nos obriga a uma intervenção urgente. «Esta é uma situação que não pode ser tolerada! Nem em nome da pandemia, nem em nome do recurso ao Lay-Off, se pode permitir que uma injustiça como esta vá por diante! Não se pode condescender perante este brutal ataque aos direitos ao trabalho neste País.»
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